quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Seca em São Paulo pode deflagrar surtos de doenças na população, alerta especialista


Seca em São Paulo pode deflagrar surtos de doenças na população, alerta especialista

Por: Graça Portela / Icict
As últimas notícias sobre o racionamento de água no estado do São Paulo apontam que no dia 8/10, 35 municípios paulistas haviam decretado racionamento de água, medida que já atinge 3,8 milhões de pessoas. Enquanto a Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo nega que esteja havendo racionamento, pesquisadores do Observatório Nacional de Clima e Saúde, do Icict, preocupam-se com a qualidade da água vinda dos chamados “volumes mortos”, que está sendo bombeada para as torneiras dos paulistas, e sobre como a população está armazenando a água.
O coordenador do Observatório e chefe do Laboratório de Informação e Saúde (Lis/Icict), Christovam Barcellos, teme sobre os riscos desse desastre climático – uma seca muito prolongada – sobre a saúde da população.
Christovam Barcellos participou na última quarta-feira (8/10) do seminário Mudanças climáticas e desastres no Brasil - desafios para a segurança humana e a saúde coletiva, do Centro de Estudos Miguel Murat, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), com a pesquisadora Norma Valencio da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Sob o ponto de vista do Observatório Clima e Saúde, o que representa a falta de água que está assolando São Paulo?
Christovam Barcellos: São Paulo e boa parte da região Sudeste está passando por um grande período de seca, que vem se arrastando por alguns meses. Tivemos um verão atípico, com poucas chuvas, que não foram suficientes para repor as águas dos reservatórios. A metrópole de São Paulo tem, no momento, menos reservas de água do que seria necessário para garantir o abastecimento de qualidade para todos os moradores. Apesar dos indícios desta seca, a cidade não estava preparada para uma crise de água.
Que efeitos essa falta de água, que está atingindo quase todos os grandes mananciais do estado de SP, pode acarretar à saúde da população?
Christovam Barcellos: Num momento de crise de água e interrupção do abastecimento, as pessoas procuram soluções alternativas. Procuram água em poços desativados, reservam água em recipientes improvisados, compram galões de água de qualidade duvidosa, entre outros improvisos. Por outro lado, a companhia de saneamento tem dificuldades cada vez maiores no tratamento adequado da água da reserva técnica ('volume morto') dos reservatórios, que é mais turva e mais contaminada, Todas estas alternativas podem ter consequências negativas para a saúde.
Que riscos a população está correndo?
Christovam Barcellos: É muito importante neste momento monitorar a qualidade da água que está sendo consumida pela população, não só a água distribuída pela Sabesp, mas também destas outras fontes improvisadas, como os galões e poços. Também é necessário reforçar o sistema de vigilância epidemiológica para detectar surtos de doenças como a hepatite A, diarreias e dengue para poder atuar nas condições de risco.
O que a população deve fazer?
Christovam Barcellos: A população pode ajudar relatando problemas de abastecimento, garrafões suspeitos com água turva e com mal cheiro e surtos de doenças na sua vizinhança. Além disso, deve ajudar a poupar água, usando para as necessidades essenciais de higiene e consumo.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O que é poluição



03/12/2012

O que é poluição

O baixo nível de ventilação faz com que cerca de metade do ar contido no interior de um recinto apresente problemas.

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O que é poluiçãoA poluição causa danos a todos os ambientes terrestres como solo, água e ar. Isso resulta em contaminação do meio ambiente com materiais que interferem na saúde humana, na qualidade de vida, e no funcionamento natural dos ecossistemas (organismos vivos e seu ambiente físico).
A poluição é, geralmente, causada por ações humanas, mas também pode ser a consequência de desastres naturais. Ela também pode ocorrer a partir da interrupção ou de danos aos sistemas de coleta de esgoto e tratamento de infra-estrutura devido a graves eventos naturais, como furacões ou inundações. A maioria dos tipos de poluição afeta a área imediatamente ao redor da fonte, e reduz à medida que se afasta da fonte.
Os agentes poluentes são, muitas vezes, causados pelo lixo que as pessoas jogam no chão ou em locais como oceanos, lagos ou rios.
A poluição existe em muitas formas e afeta muitos aspectos diferentes do meio ambiente da Terra. Alguns tipos principais de poluição são:
- Água: a poluição deste ambiente natural é um grave problema mundial e o maior problema é do esgoto contaminador dos cursos de água.
- Ar: a poluição do ar é decorrente de muitas fontes, especialmente em áreas urbanas. Os transportes provocam uma série de emissões de poluentes de carbono, além de inúmeras substâncias nocivas. Mas você sabia que o ar poluição também pode existir dentro de casas e outros edifícios? O baixo nível de ventilação faz com que cerca de metade do ar contido no interior de um recinto apresente problemas. Pode-se deixar claro que a poluição do ar contribui para o efeito estufa.
- Poluição fotoquímica: é comumente referida como "fumaça". A poluição do ar urbano é geralmente causada por um agente fotoquímico.
- A poluição radioativa resulta da segurança nuclear inadequada.
Poluição na água

Poluição na água
Poluição na água
- O ruído é uma forma de poluição também, mas é diferente dos outros, pois é transitório, uma vez que a poluição cessa, o ambiente se livre dela.
O controle da poluição envolve maiores custos de produção para as indústrias em causa, mas a falha em implementar controles adequados pode resultar em danos ambientais irreversíveis e um aumento na incidência de doenças como o câncer.
A redução dos índices de poluição pode ser conseguida através da diminuição ou eliminação de resíduos na fonte, modificando os processos de produção, promovendo o uso de substâncias não tóxicas ou menos tóxicas, implementando técnicas de conservação e reutilização de materiais, em vez de colocá-los no fluxo de resíduos. Mas mesmo com estas novas leis, a poluição do ar ainda se elevando globalmente. Isso é uma triste realidade em países em desenvolvimento.


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Cidades

Cidades provocam 80% da poluição de córregos e rios

Jean Paterno
22/03/2013 às 00:00 - Atualizado em 01/09/2014 às 22:11
Há um abismo entre o fervor do discurso e a timidez das ações práticas para mudar o tratamento que o Oeste dá para os seus rios, cursos d´água e aos reservatórios que tornam esse recurso abundante na região. No Dia Mundial da Água, o momento é muito mais de reflexão do que de comemorar qualquer avanço, se é que ocorreu algum. A hora é de atitude e de transformar palavras bonitas em resultado, avalia o consultor ambiental Luiz Klajn, de São Miguel do Iguaçu, que enxerga as cidades e o crescimento desordenado como os maiores inimigos da natureza na atualidade.
Mais de 80% do problema da contaminação dos rios, que no Oeste é considerado grave, tem origem nos centros urbanos. “O agricultor, por força da lei, da intimação e das pesadas punições têm feito a sua parte, mas ele não consegue transformar um cenário de desolação sozinho”, conforme Luiz. A construção de um cenário em que discurso combine com ação precisa envolver prefeitos, entidades ambientais, escolas e principalmente a comunidade. “Sem isso, é o mesmo que enfrentar um incêndio em um posto de combustíveis munido apenas de uma pequena caneca”.
O crescimento das cidades sem o necessário planejamento ambiental cria um passivo temeroso, conforme o consultor ambiental Luiz Klajn. A maioria das cidades da região ainda não conta com sistemas de coleta e de tratamento de esgoto. Até as maiores e mais estruturadas ainda estão longe da cobertura que há muito deveria ser a ideal. O resultado é o lançamento de dejetos domiciliares e industriais em áreas impróprias, geralmente cursos d´água ou córregos que, por sua vez, chegam aos rios e, por meio desses, aos reservatórios de Salto Caxias e de Itaipu. “Somos privilegiados pela abundância de água, mas não sabemos respeitar nem utilizar esse recurso comercialmente”, conforme Luiz. 

Vistas grossas

O rigor dos órgãos ambientais para cobrar cuidados do agricultor se transforma em omissão quando a esfera em análise é a cidade. Sem programas específicos, a poluição só aumenta e inutiliza o efeito de qualquer trabalho que tenha a responsabilidade ambiental como meta. A mudança só virá com programas sérios, comprometidos e que tenham o envolvimento de todos. “Mais do que votos, a preocupação tem que ser a qualidade de vida e a preservação de um bem indispensável para o presente e para o futuro do homem”.
Embora faça a sua parte, o agricultor enfrenta outros desafios, conforme Luiz Klajn. Ele se refere à importação de agrotóxicos do Paraguai, que chegam contrabandeados e colocam não apenas os rios, mas também os cultivos em risco. E também ao novo Código Ambiental Brasileiro que, segundo ele, ainda traz mais dúvidas do que esclarecimentos. Enquanto os temas da água e do meio ambiente não forem tratados sem ideologias, sem paixões partidárias e sem interesses politiqueiros, pouco de prático e na direção certa será feito no País, lamenta o consultor.
Divulgação
Pelo menos 80% do problema da poluição dos rios e reservatórios
tem origem nas cidades. Só ação enérgica e integrada pode mudar cenário

Natureza e ecologia são para toda a vida

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Notícia!

Nuvem de fumo invade Moscovo!(28/07 11:54)

A cidade de Moscovo amanheceu coberta por uma nuvem de fumo.
Os incêndios que durante a noite destruíram milhares de hectares de floresta na Rússia terão sido, entretanto, controlados.
A qualidade do ar que se deteriorou nas últimas semanas está a causar problemas respiratórios e dores de cabeça a quem vive na capital e nos arredores.
Os bombeiros continuam em estado de alerta devido às altas temperaturas. Os especialistas dizem tratar-se da maior onda de calor dos últimos 130 anos.
De acordo com o ministério russo das Situações de Emergência este ano registaram-se mais de 20.000 incêndios que consumiram cerca de meio milhão de hectares de floresta em todo o país.
Esta terça-feira, o primeiro-ministro responsabilizou as autoridades regionais pela adopção de medidas para prevenir os incêndios. Vladimir Putin alertou para a necessidade de construir heliportos e abrir caminhos para facilitar o acesso dos bombeiros.

Notícia!

Estados Unidos enfrentam pior desastre ecológico da última década

Os Estados Unidos estão à beira de um dos piores desastres ecológicos da última década. O derrame de petróleo de uma plataforma petrolífera que explodiu na terça-feira no Golfo do México provocou uma mancha de crude que cobre 74000 quilómetros quadrados, ou seja uma superfície superior ao Estado da Virgínia Ocidental.
De acordo com as estimativas da British Petroleum (BP), a proprietária da plataforma, a fuga de petróleo representa 1000 barris por dia e a mudança de direcção do vento poderá empurrar esta mancha para a costa da Luisiana.
Ed Levine, da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, explica que “haverá impactos na costa e não há maneira de limpar todo o petróleo libertado.”
Os meteorologistas afirmam que a mancha de petróleo deverá atingir a costa da Luisiana no próximo fim-de-semana. Seguem-se as praias do Mississípi, Alabama e Florida.
A plataforma Deep Water Horizon continha 2,6 milhões de litros de petróleo, quando explodiu no passado dia 20. O acidente feriu 17 dos 126 trabalhadores da plataforma. 11 continuam desaparecidos.
A BP já enviou para o fundo do mar robôs submergíveis para tentar travar a fuga de petróleo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Resumo:´´É preciso lutar``

O livro ´´É preciso lutar`` de Marcia kupstas conta a historia de um homem que se chamava Kanassa,vivia na mesma rua à mais de 30 anos,que não se importava muito com a natureza nem com nada,vivia sempre no seu canto . Um dia viu 2 homens com cerras indo cortar uma árvore que ficava perto de sua casa,todos queriam que cortacem a árvore,poissujava as calçadas e os carros por perto,Kanassa se revoutou,então foi protestar.Ele subiu em cima da árvore para que nao a cortacem.Algumas crianças que estavam vendo todo o caso se surpreenderão com a ação de Kanassa e viraram verdadeiras fãs dele e como a força das crianças foram maior o prefeito retiroui o pedido de cortar a árvore e Kanassa pôde descer para comemorar com seus ´´amiguinhos``!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oi gente!É a naturela alice que tá falando!Fiquei um tempo sem blogar,mas voutei!E aqui vai outra notícia:

Continente de lixo no Oceano Pacífico


É inegável que o estilo de vida que adotamos cria uma grande quantidade de lixo. Isso pode ser visto atualmente no Oceano Pacífico, onde correntes marítimas criaram um verdadeiro continente de lixo do tamanho do estado norte americano do Texas (696 241 km²). Grande parte dos detritos levados pela chuva e pelos rios vai parar nos oceanos e esta corrente aprisiona o que vem do oeste americ
ano e do leste asiático.
O plástico compõe 80% dos detritos encontrados e por ser fotodegradável ele se deteriora ao boiar exposto ao sol. Isso está criando uma espécie de areia de plástico que já está aparecendo nas ilhas do Pacífico. O impacto na vida selvagem é enorme pois peixes e aves confundem o lixo com comida e a mortalidade é grande. Mesmo quando estes peixes não morrem a quebra do plástico libera químicos tóxicos, que ficarão nos peixes que depois serão consumidos. A única maneira de acabar com esse tipo de fenômeno seria mudar nosso estilo de vida, algo que cada um precisa fazer por si só, além de cobrar medidas governamentais.
Alguns projetos tentam limpar a área. O Ocean Conservancy, em uma expedição feita por voluntários para limpar a área, em setembro de 2008, retirou 6,8 milhões de toneladas de lixo. Uma reportagem do canal ABC mostrou como estava a situação na área.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Oi gente!aqui e a naturela alice e vou tentar postar alguma coisa aqui no blog todo dia,mas nem sempre vai dar por causa dos estudos e tal,tal,tal...bejos!

Desastre ambiental: toneladas de peixes morrem no rio Potengi

Toneladas de peixes e crustáceos morreram neste fim de semana no rio Potengi, naquele que pode ser um dos maiores desastres ambientais da história do Rio Grande do Norte. A causa da mortandade ainda é desconhecida, mas acredita-se estar relacionada ao despejo ininterrupto - muitas vezes clandestino - de dejetos no leito do rio. Os primeiros espécimes mortos começaram a surgir na sexta-feira (27), mas neste domingo (29) toneladas de peixes, camarões e caranguejos apareceram boiando nas águas do rio Potengi. A bióloga Rose Dantas, que faz um trabalho permanente de monitoramento do Potengi, foi uma das primeiras a chegar ao rio neste domingo. "Eu sabia que isso iria acontecer. Venho alertando órgãos públicos sobre esse despejo indiscriminado de dejetos há anos, mas ninguém nunca valorizou minhas denúncias. Agora estamos diante de uma tragédia ecológica e social", falou. A bióloga chegou a chorar quando viu a quantidade de animais mortos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

biografia da autora Marcia Kupstas:quem sou eu


Quem sou eu

Sou paulistana, nasci em 13 de setembro de 1957, no bairro da Vila Zelina, que tinha forte presença do povo eslavo. Meus pais se chamavam Vytalius e Elisabeth Kupstas, sou descendente de ucranianos, russos e lituanos... grandes contadores de histórias! Cresci ouvindo casos que Efrosina, minha avó russa, contava: sobre os invernos europeus, a guerra (tenho até foto do meu avô com uniforme da Primeira Guerra!), a imigração para o Brasil, lendas e contos de fadas.


Esse fascínio pelas histórias continuou. Quando fiz 10 anos, eu e mamãe ficamos sócias de uma biblioteca circulante. Tínhamos direito a dois livros cada uma, por quinzena. Era comum que eu lesse meus dois livros, os dela e às vezes pedia emprestado os livros que uma vizinha também havia retirado, naquele período. Posso dizer que fui uma "rata de biblioteca", quer dizer, devorava histórias! E prometia que, quando virasse "gente grande", também inventaria as minhas, para emocionar as pessoas do mesmo jeito que me sentia fascinada pelos livros de meus escritores favoritos.



O primeiro desses autores foi Monteiro Lobato. Durante uns três anos, meus presentes de Natal e aniversário foram os seus livros: a coleção completa! Eu os adorava... lia e relia cada volume cinco, seis vezes. Depois dele, foram tantas as minhas "paixões" literárias: Edgar Allan Poe, D. H. Lawrence, Graham Greene, John Steinbeck, Agatha Christie, Conan Doyle, Ernest Hemingway... e outros autores nacionais, começando com José Mauro de Vasconcelos (um admirável best-seller na minha juventude, com MEU PÉ DE LARANJA LIMA); Graciliano Ramos, Machado de Assis, José Condé, Jorge Amado... adulta, continuo lendo de tudo, de clássicos a contemporâneos.



Na adolescência comecei a escrever e a encarar a literatura como um projeto possível, profissional. Participei de grupos literários no colegial e faculdade (formei-me professora de Língua Portuguesa e Literatura pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras na Universidade de São Paulo, em 1982). Inscrevi inúmeros contos em concursos e publiquei textos em antologias. A partir de 1984 é que comecei a sistematizar minha produção, ganhando alguns concursos, publicando contos e resenhas em revistas ou jornais, caso da revista CAPRICHO, onde publiquei a seção HISTÓRIAS DA TURMA durante três anos.


Em 1986 foi publicado meu primeiro livro, CRESCER É PERIGOSO, pela Editora Moderna. Teve grande impacto, na época. Era o primeiro que inaugurou a "onda" do livro-diário na literatura jovem do país. Gustavo, um adolescente descendente de japoneses, tímido e carente, registrava suas experiências de um jeito solto, "abria o coração" para o leitor. CRESCER É PERIGOSO ganhou o Prêmio Revelação no Concurso Mercedes-Benz de Literatura Juvenil, em 1988.



Marcia foi casada até 2001 com o jornalista José Edward Janczukowicz e teve dois filhos, Igor, que nasceu em 1980 e Carla, que nasceu em 1990.


Escever foi um desejo infantil e um sonho adolescente. Os livros foram material de trabalho, nas minhas aulas, nas escolas onde lecionei Redação e Literatura Brasileira. Mas é muito mais: hoje, sou escritora profissional e faço da palavra meu ganha-pão e motivação pessoal, arte e vida unindo-se de maneira ampla e intensa. Escrever é viver. Posso dizer com orgulho que adoro o que faço! Uma vida entre livros.


Aqui esta o email dela para quem quiser:marciakupstas@ig.com.br