Governador tucano alega que problemas de abastecimento relatados por consumidores decorrem de "troca de sistema"
Reeleito no primeiro turno, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB),
negou novamente risco de racionamento de água em São Paulo, na noite
desta segunda-feira (06). Ela disse que os problemas de abastecimento
relatados por consumidores podem ser decorrentes de "troca de sistema".
"Não
tem falta. Aqueles casos é só nos mandar que nós vamos verificar. A
única hipótese de ter falta é se quando você troca de sistema, mas é uma
coisa pontual e transitória." Leia também: Aécio pode alterar programa de governo para garantir o apoio de Marina
Alckmin
disse que a realização de um racionamento seria um erro técnico pois a
retomada da pressão após um eventual corte leva a perdas de água.
Vitor Sorano/iG São Paulo
Geraldo Alckmin (PSDB) participa de entrevista coletiva com presidenciável do PSDB, Aécio Neves
"Não vai haver
racionamento. Primeiro que nós fizemos como bônus (na conta de água de
quem reduzisse o consumo) uma economia equivalente a 36 horas com água e
72 horas sem água", disse o governador, prometendo manter a medida em
vigor - sem dar prazo. Na campanha: Candidatos ignoram maior crise hídrica da História, diz ambientalista
Alckmin
argumentou que o volume morto do Cantareira é tem 400 bilhões de
litros, dos quais 186 bilhões já estão em processo de utiização.
"Já
estamos na primavera e não vai faltar [água]. Nós temos uma reserva de
mais de 200 bilhões de litros de água. Nem pretendemos usar tudo isso",
afirmou o tucano. "
O governador prometeu mudar o secretariado
para o segundo mandato, mas não indicou em quais pastas irá mexer.
Alckmin também previu cortes de gastos correntes no orçamento com vistas
a elevar investimentos
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